sábado, 7 de julho de 2012

Arte no SESC: Carybé. Visitação de 6 a 29 de julho.


Carybé estréia como tradutor em 1943, vertendo para o espanhol, em conjunto com Raul Brié, a obra Macunaíma, de Mário de Andrade. Neste mesmo ano ele conquista o Primeiro Prêmio da Câmara Argentina del Libro por sua ilustração do livro Juvenília, de Miguel Cané, ícone da literatura argentina.

Suas produções traduzem muito do espírito baiano, revelando o dia-a-dia deste povo, sua cultura popular, seu folclore. Em 1955 ele obtém o prêmio de melhor desenhista na III Bienal de São Paulo. Sua obra atinge o montante de cinco mil produções, dentre pinturas, desenhos, esculturas e delineamentos iniciais de alguns trabalhos. Suas ilustrações enriquecem publicações de famosos literatos, entre eles Jorge Amado e Gabriel Garcia Márquez.

Em virtude de seus trabalhos voltados para a cultura afro-brasileira, enfocando seus ritos e orixás, principalmente em princípios dos anos 70, ele conquistou um importante título de honra do Candomblé, o obá de Xangô. Parte de sua produção encontra-se hoje no Museu Afro-Brasileiro de Salvador, englobando 27 painéis simbolizando os orixás baianos, produzidos em madeira de cedro. Carybé morreu de um ataque cardíaco no meio de uma sessão de candomblé, no terreiro Ilê Axé Opô Afonjá, no dia 2 de outubro de 1997, em Salvador.



No dia 14 de julho, sábado, das 14 as 15:30, acontece no SESC Teresópolis palestra com a Curadora Anna Paola Baptista, que irá analisar a obra do artista. A visitação vai até dia 29 de julho, de quarta a domingo, das 11 as 21 hs na Galeria do SESC Teresópolis. Mostra da obra:













Carybé estréia como tradutor em 1943, vertendo para o espanhol, em conjunto com Raul Brié, a obra Macunaíma, de Mário de Andrade. Neste mesmo ano ele conquista o Primeiro Prêmio da Câmara Argentina del Libro por sua ilustração do livro Juvenília, de Miguel Cané, ícone da literatura argentina.

Suas produções traduzem muito do espírito baiano, revelando o dia-a-dia deste povo, sua cultura popular, seu folclore. Em 1955 ele obtém o prêmio de melhor desenhista na III Bienal de São Paulo. Sua obra atinge o montante de cinco mil produções, dentre pinturas, desenhos, esculturas e delineamentos iniciais de alguns trabalhos. Suas ilustrações enriquecem publicações de famosos literatos, entre eles Jorge Amado e Gabriel Garcia Márquez.

Em virtude de seus trabalhos voltados para a cultura afro-brasileira, enfocando seus ritos e orixás, principalmente em princípios dos anos 70, ele conquistou um importante título de honra do Candomblé, o obá de Xangô. Parte de sua produção encontra-se hoje no Museu Afro-Brasileiro de Salvador, englobando 27 painéis simbolizando os orixás baianos, produzidos em madeira de cedro. Carybé morreu de um ataque cardíaco no meio de uma sessão de candomblé, no terreiro Ilê Axé Opô Afonjá, no dia 2 de outubro de 1997, em Salvador.



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